🎥⚽ Marco Silva | Pós-jogo

02h30 CEST

31/07/2026

PÓS-JOGO

Na análise do Benfica-St. Gallen (5-0), jogo da 2.ª mão da 2.ª pré-eliminatória de acesso à fase de liga da Liga Europa, disputado nesta quinta-feira, 30 de julho, no Estádio da Luz, Marco Silva destacou a competência encarnada para lograr o objetivo de avançar à ronda seguinte.

O treinador enalteceu um triunfo obtido de "forma clara" na sua estreia em jogos oficiais na Catedral.

Antes de marcar presença na sala de imprensa, na entrevista rápida, à BTV, destacou a ligação da equipa a Pavlidis.

"O próprio entendimento do Vangelis [Pavlidis] no momento de segurar ou fazer a ligação frontal para depois a bola chegar a outros jogadores que vinham de uma segunda linha, ou os nossos alas estavam abertos, funcionou muito melhor hoje também", vincou, acrescentando que a "marcação homem a homem" do oponente obrigava à estratégia de "arrastar para depois chegar um jogador para ligar". "Como estratégia usámos e bem o Pavlidis e ele nesse aspeto claramente exibiu-se a um nível muito alto. É óbvio que fez os golos que fez e para um avançado é sempre muito importante, mas ele foi crucial naquilo que nós queríamos para o jogo, na ligação que tínhamos de fazer com ele para depois desbloquear", analisou.

"Atacar a profundidade" de um rival que as águias anteviam que pressionasse "alto o campo todo e com 30 a 40 metros sempre nas costas" foi igualmente crucial. "Era importante a primeira ligação correr bem, e em muitos momentos correu bem. Houve algumas ligações que nós tínhamos preparado, e é importante vê-las depois acontecer no jogo", referiu.

O trabalho desenvolvido nas bolas paradas defensivas e ofensivas foi relevado pelo timoneiro do Benfica.

"Nós trabalhamos todos os aspetos que são importantes para o jogo. Fomos surpreendidos num momento do jogo na 1.ª mão em que já há alguma fadiga e nesses momentos nós temos de exigir connosco. Enquanto equipa, é algo que iremos fazer de certeza absoluta: não baixar a guarda, não entrar em facilitismos, não foi o caso de certeza na 1.ª mão. Perdemos o foco, não fomos agressivos naquele momento e sofremos um golo", sublinhou.

Alertando para a natural necessidade de marcar golos, Marco Silva considerou que "era fundamental não sofrer".

"Sinceramente nos últimos 10 minutos permitimos algo que não nos agrada. Quando já tínhamos o jogo na mão, a eliminatória ganha, contra 10 jogadores não podemos permitir 3 ou 4 transições que demos ao adversário, e nesse aspeto vamos ter de analisar novamente, porque é algo que nós temos de abolir completamente da nossa equipa", apontou.

"De uma forma geral, nós fomos melhores, fomos superiores, ganhámos de uma forma clara. É óbvio que após a expulsão o jogo ficou praticamente decidido, com a superioridade numérica. Foi só uma questão de marcar, criar mais oportunidades e marcar mais golos. Podíamos ter feito mais, mas eu disse aos jogadores que é óbvio que nós fizemos aquilo que é a nossa obrigação – e a obrigação no futebol tem um peso grande e por vezes não é tão justa assim. Fizemos aquilo que é a nossa obrigação, mas a obrigação dá muito trabalho e eles trabalharam forte para mudar a eliminatória, para ganhar o jogo hoje", avaliou, grato pelo apoio de quase 60 mil adeptos no Estádio da Luz.

"Neste estádio e nesta casa teremos de ser sempre mais fortes. Não será sempre fácil, será muito difícil, vamos ter adversários muito fortes pela frente, mas, com o apoio dos nossos adeptos, fazermos da nossa casa uma fortaleza será muito importante para aquilo que nós queremos no final da época", disse, numa ideia complementada na conferência de imprensa.

Já em declarações à SIC, o técnico considerou que o objetivo do Benfica passou sempre por garantir o apuramento para a próxima eliminatória, rejeitando a ideia de que a equipa tivesse de responder a críticas com uma exibição convincente.

"Nós não tínhamos de limpar imagem absolutamente nenhuma. Tínhamos de ganhar o jogo, tínhamos de passar a eliminatória. Eu fui honesto na análise que fiz ao jogo [da 1.ª mão], não estava a criticar a equipa nem a deixar de criticar. Estava a analisar um jogo em que não estivemos ao nível que devemos estar. Eu sei que deram muita ênfase a isso. Hoje ganhámos um jogo que tínhamos de ganhar para estar na próxima eliminatória. Foi isso que fizemos, de uma forma justa", afirmou.

Questionado sobre as principais diferenças relativamente ao encontro da 1.ª mão, o treinador destacou a evolução da equipa em várias dimensões do jogo, desde a condição física à forma como conseguiu contrariar a pressão do adversário.

"Foram vários aspetos. O primeiro foi jogarmos em casa, e esse é um fator muito importante para nós. Com mais uma semana de trabalho – esta foi a quinta –, naturalmente alguns jogadores vão evoluindo fisicamente. Depois, retificámos algumas coisas que não funcionaram no último jogo. Não deixámos o jogo ir tanto para duelos individuais, independentemente de o adversário promover isso. Melhorámos em alguns aspetos, percebemos melhor os momentos e a forma de bater essa pressão e chegar às zonas de finalização. Na realidade, melhorámos em muitos aspetos relativamente ao jogo da semana passada. Mas também, muito sinceramente, era isso que tínhamos de fazer", explicou.

Apesar da superioridade evidenciada e dos 72 por cento de posse de bola, Marco Silva entende que o Benfica ainda tem margem para crescer na gestão dos encontros.

"Quando peço controlo não é só em termos de posse de bola, é termos controlo do jogo. Por exemplo, contra 10 jogadores, acho que o adversário teve mais transições ofensivas do que contra 11. Isso não pode acontecer. O jogo estava na nossa mão, estava controlado, mas nos últimos 10 minutos não podemos deixar que o adversário tenha duas ou três transições e oportunidades de golo quando o jogo está na nossa mão. Temos de ser muito mais rigorosos nos últimos 10 minutos. Foi uma boa exibição, muito mais nos primeiros 80 minutos do que nos últimos 10. Melhorámos em relação ao primeiro jogo, esse era o nosso objetivo. Fomos mais fortes, ganhámos e estamos na próxima eliminatória. Agora é preparar o próximo", sustentou.

As diferenças da 1.ª para a 2.ª mão
"Como eu disse no final do último jogo, tínhamos de melhorar, e não em poucos aspetos, e parece-me que o fizemos. Percebemos melhor e fomos mais fortes na forma como ultrapassámos o homem a homem que o adversário fez. Não alterou absolutamente nada, veio pressionar o campo todo, sempre com muito espaço nas costas, mas teríamos de arranjar os momentos certos para bater essa mesma pressão. Conseguimos em muitos momentos. Fomos pacientes também para os encontrar. Usámos e melhorámos muito, e foi um grande jogo do Pavlidis no apoio frontal. Não pelos golos que marcou. É óbvio que quando um avançado marca o número de golos que marcou é uma exibição em cheio, mas aquilo que fez no momento de ligação, na forma como nós sabíamos que o tínhamos de usar perante a marcação individual aos nossos três médios, que foi feita pelo St. Gallen, melhorámos muito nesse aspeto, na forma como ligámos e depois conseguimos chegar, às vezes muito rápido, outras vezes nem era preciso, às zonas mais subidas do terreno e criar as oportunidades que queríamos. Nesse aspeto melhorámos. Defensivamente, não sofrendo golos, é óbvio que foi diferente. Durante 80 minutos fomos muito competentes sem bola, tirando um ou outro momento, principalmente um remate perigoso do adversário na 1.ª parte. Depois dos 80 minutos, claramente, já não fomos a equipa que temos de ser e que obrigatoriamente vamos ser, ainda mais em superioridade no marcador e em superioridade numérica. Não podemos permitir 3 ou 4 transições do adversário como permitimos. O rigor tem de ser o mesmo do princípio ao fim, não interessa o resultado. Para nós era fundamental, e eu falei com os jogadores disso. Não sofremos golos, teríamos de marcar no mínimo 2, e conseguimos fazê-lo também. Parece-me, de uma forma justa, que fomos melhores, ganhámos, retificámos muitas coisas da semana passada, mas foi mais um jogo, foi uma vitória justa, simplesmente isso. E temos de nos preparar para o próximo. Há um caminho muito longo a percorrer."

O futuro de António Silva
"Em relação ao António [Silva], sendo claro, fui-vos dizendo aquilo que era o meu sentimento desde o primeiro dia em que cheguei ao Benfica e comecei a trabalhar com o António. Era uma decisão que estava na cabeça dele e, entre a Direção do Benfica e os seus representantes, aconteceram as conversas que tinham de acontecer. Pouco tempo depois de eu chegar ao Benfica, a decisão de, possivelmente, o jogador não ficar connosco, independentemente do clube A, B ou C que pudesse ter interesse, estava mais ou menos definida. A mim compete-me tirar o rendimento máximo que conseguir dos jogadores enquanto são jogadores do Benfica. Muita coisa se falou durante a última semana. Independentemente da decisão que pudesse ou não estar da parte do António, de renovar ou não, nunca me foi dito que havia um acordo com nenhum clube, nunca me foi dito que o António não estaria em condições de jogar. E, a partir do momento em que o António – e isso eu vos garanto – foi profissional desde o primeiro dia em que comecei a trabalhar no Sport Lisboa e Benfica, independentemente daquilo que pudesse estar a acontecer em relação ao seu futuro, no Benfica ou fora do Benfica, não foi por caminhos por onde muitos jogadores, por vezes, vão. Nunca me pediu absolutamente nada relativamente às suas obrigações enquanto profissional. Também não tinha grandes hipóteses, sinceramente, mas aquilo que vos posso garantir é que, se jogou todos estes jogos, independentemente de o futuro estar aberto ou não, de poder haver uma transferência ou de estarem em negociações os seus representantes com o Benfica e com outros clubes, da parte dele esteve sempre presente em todos os treinos e em todos os jogos que fez, quer na pré-temporada, quer nos 2 jogos oficiais. Nunca se escusou a nada. Por isso mesmo jogou, jogou hoje também. E, como vocês sabem, hoje, possivelmente, o Benfica vai informar-vos muito em breve... Posso dizer que, possivelmente, foi o último jogo do António, porque depois há outras questões que nós não controlamos, que são questões burocráticas entre clubes. Mas, sim, possivelmente foi o último jogo do António."
A importância de Barreiro
"Não foi só o Leandro [Barreiro], porque, antes de mais, estaríamos a ser injustos com o Miguel [Figueiredo] se colocássemos apenas o Leandro como o jogador-chave para algumas coisas terem mudado. Não foi de certeza. Como vos disse, para um jovem como o Miguel, no meio daquilo que foi a nossa exibição da semana passada, sinceramente teve momentos muito bons. Exibiu-se, dentro daquilo que não foi uma boa exibição da equipa, a um nível aceitável, se posso considerar usar esta palavra. Portanto, não teve nada que ver apenas com o Leandro. O Leandro, é óbvio, deu-nos coisas boas. Vinha fazendo uma boa pré-temporada e deu-nos, dentro das suas características, aquilo que todos sabemos que pode dar: intensidade que coloca no jogo, capacidade de trabalho e todas essas questões individuais que conhecemos. Sabemos o que pode aportar à equipa. Mas não foi só essa alteração. Nós próprios percebemos muito melhor os nossos momentos, a forma de desbloquear em alguns momentos, de abrir espaços para a bola entrar nos nossos jogadores da frente. E acredito que, em muitos desses momentos em que a bola entrou nos nossos jogadores da frente, estivemos ao nível em que temos de estar. Foi completamente diferente da semana passada. Parece-me que essa foi muito mais a chave do que a entrada de um só jogador na equipa, sinceramente. Os nossos jogadores da frente foram mais sólidos, mais capazes de segurar e ligar com o apoio frontal. E, nesse aspeto, já disse há pouco, a melhoria enorme do Pavlidis foi chave para nós no jogo, sem dúvida absolutamente nenhuma. Em relação ao Leandro, fez uma exibição positiva, como a equipa. É sempre importante ter todos os jogadores disponíveis e ele, naturalmente, não estando na semana passada, depois de ter feito praticamente toda a pré-temporada a jogar, foi uma baixa para nós, sem dúvida."
Mercado: a contratação de um novo defesa-central
"Em relação a quando irá chegar, vocês já perceberam que eu dou-vos notícias um bocado lentamente, portanto vão ter de esperar mais um pouco nesse aspeto. Não sou muito de dar grandes novidades, muito menos em relação àquilo que é o mercado, saídas ou possíveis entradas. Eu percebo a questão. Vai sair um central. Naturalmente, a estrutura do Sport Lisboa e Benfica está a fazer todos os possíveis para que entre um central o mais rapidamente possível. Como é normal, andámos nos últimos 15, 20 dias praticamente com o António [Silva] e com o Lenglet, com alguns jovens em volta da equipa, mas, para aquelas duas posições, jogadores preparados para jogos decisivos, como aqueles que estamos a disputar neste momento, tivemos apenas esses dois. O Tomás [Araújo] já chegou, fez 45 minutos contra o Belenenses na semana passada e agora vai inverter um pouco essa situação. Naturalmente, com o treino de amanhã [sexta-feira], iremos continuar a prepará-lo. Nós estamos a competir, mas, ao mesmo tempo, alguns jogadores ainda estão em pré-temporada. O Tomás, naturalmente, amanhã [sexta-feira] terá um treino um pouco diferente dos restantes para conseguirmos dar-lhe alguns minutos de jogo. Sendo assim, quanto mais depressa chegar [o defesa-central], será muito positivo para nós. Não apenas pelo número de jogadores que temos para a posição, mas porque isto não é só chegar e estar pronto. E viu-se. Se fosse só chegar e estar pronto, se calhar alguns jogadores que hoje ficaram no banco tinham começado o jogo. E já conhecem o Benfica, já sabem o que é a realidade do Benfica, mas muitos deles tiveram apenas 4 sessões de treino e percebeu-se a dificuldade. Entraram 15 ou 20 minutos e deram 3 piques para a frente e depois para trás tinha quase de estar a gritar com eles para correrem. Portanto, não é assim tão fácil como parece. Não é só chegar e estar pronto. Nesse aspeto, quem chega tem de conhecer a realidade do Benfica, a dimensão do Benfica. Se não conhecer... Acredito que a maioria deles conhece bem a realidade que vai encontrar. Depois temos de os adaptar à nossa ideia, àquilo que são os colegas, e isso demora o seu tempo. Portanto, naturalmente, a Direção está a fazer todos os possíveis para que o jogador chegue o mais rapidamente possível."

O alegado interesse em Pavlidis
"Nós temos alguns jogadores que são fundamentais para nós. É óbvio que a equipa está sempre acima de tudo, o Clube está sempre acima de tudo, e não é um clube ou uma equipa de 1 ou 2 jogadores, mas há peças que são fundamentais, há peças que nós não queremos perder de maneira nenhuma. E não vos vou individualizar um ou outro jogador. O Pavlidis já era visto como um jogador muito importante nas épocas que leva no Benfica, portanto isso não é novidade. É um jogador muito importante para mim, muito importante para nós. Não pelo jogo que fez hoje, mas porque, sendo um avançado que marca golos, tem uma capacidade muito importante para a equipa. Mas o Pavlidis é muito mais do que isso. Não é só a capacidade que dá à equipa com bola e a capacidade de fazer golos. É também todo o trabalho que faz sem bola, a capacidade de dar coisas à equipa que são fundamentais na nossa forma de jogar, naquilo que queremos apresentar no futuro e continuar a melhorar como equipa. Portanto, é um jogador muito importante para nós. Neste momento estou feliz pelo Pavlidis e nada preocupado com o Pavlidis."
Cunho pessoal de Marco Silva: já se vê?
"Começar por dizer que ainda temos de melhorar muito, muito, muito. Eu disse na semana passada que, de um jogo para o outro, tínhamos de melhorar praticamente em todos os aspetos. Estava a analisar a exibição de um jogo. Este foi apenas o nosso segundo jogo oficial, contra um adversário que joga de uma forma muito específica. Podemos encontrar outros adversários a jogar assim, mas este joga de uma forma muito específica e hoje tivemos de seguir alguns caminhos que, possivelmente, contra adversários diferentes não iremos seguir. Naturalmente, já se viram algumas ligações que nós queremos, mas não quero estar aqui a particularizar um ou outro aspeto. Ganhámos um jogo. Na semana passada tivemos um resultado muito negativo. Ganhámos, estamos na próxima eliminatória e estamos satisfeitos por isso, mas temos muito, muito a melhorar como equipa. Estamos a competir, a disputar jogos decisivos e, ao mesmo tempo, estamos em pré-temporada, com uma equipa técnica nova também. Vai demorar o seu tempo. Mas, enquanto esse tempo decorre, temos de ir ganhando jogos. Temos de ganhar jogos, temos de estar nas próximas fases e, para nós, é muito importante estar na fase de liga da Liga Europa. É importantíssimo, mas eu disse na apresentação que não podemos pensar nessa fase se não formos passando os adversários. Desta vez fizemos aquilo que nos competia. Sinceramente, para a semana há mais."
Estreia no Estádio da Luz e o impacto do 5-0
"Eu espero que tenha impacto, sinceramente, nos jogadores. Que um resultado destes e o apoio da nossa massa adepta lhes dá neste tipo de situações e que, naturalmente, também passem confiança aos nossos adeptos, porque eles também precisam. Basicamente é isso que eu sinto, não vos vou esconder. É um bom sentimento, um bom feeling da minha parte, enquanto treinador, enquanto líder da equipa técnica, por ser o nosso primeiro jogo em casa. Mas é muito mais importante para mim que tenha sido o primeiro jogo oficial do Benfica em casa, depois de um resultado que não foi positivo para nós. Os adeptos, e bem, fizeram aquilo que normalmente fazem, que é apoiar a equipa, puxar pela equipa. Os jogadores, de certeza, sentiram isso desde o aquecimento. Eu senti quando estava para começar o jogo, quando entrei pela primeira vez no Estádio da Luz. E isso é o mais importante. Espero que isto passe a confiança de que os jogadores precisam, porque bons resultados e casa cheia dão confiança, naturalmente. Tem de ser sempre a alma da nossa equipa poder jogar o jogo com os nossos adeptos e, ao mesmo tempo, dar confiança aos adeptos, que eles naturalmente também precisam. Mas eu, sinceramente, já esperava este tipo de ambiente. Quando tivemos o jogo que tivemos com o St. Gallen – o resultado negativo, fora de casa, e eu nunca toquei no histórico do passado do Benfica nos jogos na Suíça, também hoje li algumas questões sobre a última vez que o Benfica tinha ganho em casa a uma equipa suíça –, no dia seguinte tivemos um jogo-treino com o Belenenses aqui e o Benfica foi capaz de colocar mais de 20 mil pessoas no Estádio da Luz. Acho que isso, só por si, fala e demonstra aquilo que é o apoio da nossa massa adepta e a grandeza do Clube. Portanto, se conseguimos, depois daquele dia, num jogo-treino, ter 20 mil pessoas, hoje esperávamos este ambiente. E, sinceramente, agradecer-lhes por isso. Para a semana há mais e esperamos o mesmo tipo de ambiente também no Estádio da Luz, porque com eles seremos sempre mais fortes."
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