03h20 CEST
07/08/2026
| PÓS-JOGO | ||
Satisfeito pelo rendimento apresentado pela equipa, Marco Silva enalteceu o "excelente resultado" obtido, pois dá a "confiança" de que os encarnados estão no "bom caminho para passar a eliminatória" e com uma "boa exibição".
Antes de responder às questões dos jornalistas na sala de imprensa, em entrevista rápida, à BTV, explicou as dinâmicas da equipa, em particular a dinâmica e a projeção de Leandro Barreiro no terreno de jogo.
"Nós sabemos a capacidade que o Leandro [Barreiro] tem, mesmo chegando de segundas linhas, de aparecer na área, não é a primeira vez. Claramente, mesmo com o posicionamento do Rafa mais por dentro, queríamos e precisávamos, depois, do Barreiro para completar o triângulo no corredor direito, juntamente com o Bah. Um excelente momento da nossa equipa, o primeiro golo, a forma como o conseguimos. A 1.ª parte foi muito bem conseguida pela nossa equipa, a jogar muito, muito tempo em meio-campo contrário, a conseguir, de várias formas, penetrar na linha defensiva do adversário e criar oportunidades e fazer golos da forma como tínhamos preparado e da forma como, atraindo a um lado, muitas vezes, chegámos rapidamente ao outro. Sempre que o fizemos, da forma como tínhamos preparado, conseguimos fazê-lo muito bem. Em alguns momentos quisemos pausar demasiado o jogo e falhou-nos, depois, o momento certo para acelerar, mas, de uma forma geral, a 1.ª parte foi muito bem conseguida pela nossa equipa, com intensidade, com muitos bons momentos. O primeiro golo é um bom exemplo disso, da forma como conseguimos marcar, mais algumas oportunidades para marcar também. O adversário acaba por ter um momento num lance de bola parada em que a bola vai à barra. De resto, esteve sempre tudo controlado da nossa parte e a jogar de uma forma que nós queremos jogar, a sermos dominantes e a, claramente, fazer prevalecer aquilo que era a nossa qualidade e superioridade no jogo. Na 2.ª parte queríamos começar da mesma forma, mas não começámos tão bem. Acredito que os primeiros 20 minutos da 2.ª parte não foram ao nível que nós podemos e devemos... Era importante para nós, e eu tinha dito aos jogadores, manter a baliza a zero. Era importante para nós também começarmos a 2.ª parte da mesma forma, não o conseguimos, perdemos algumas bolas que não deveríamos e, naturalmente, o adversário cresceu um pouco no jogo. Mudou o sistema ao intervalo também. Tentámos ajustar rapidamente, dando feedback aos jogadores sobre a nossa forma de saltar à pressão. Custou-nos um pouco reagir à mudança de sistema do adversário. Mesmo os jogadores que entraram demoraram um pouco a entrar no ritmo do jogo e na intensidade do jogo. Quando isso aconteceu, tornámo-nos novamente melhores e conseguimos algumas boas situações, um pouco mais em campo aberto, um pouco mais em transição, já não tanto no último terço, mas, mesmo assim, alguns momentos de qualidade, bons golos, boas situações de transição ofensiva da nossa equipa. É um excelente resultado para nós, que nos dá, não o conforto, mas a confiança de que estamos no bom caminho para passar a eliminatória, era o que queríamos, e com uma boa exibição. E, claramente, agradecer aos adeptos, mais uma vez 60 mil na Luz. Precisamos deles e eles, mais uma vez, estiveram connosco desde o primeiro minuto. Acredito que o resultado também os deixa confiantes para o que aí vem, mas foi mais uma vitória nossa, nada mais. Domingo começa uma grande batalha para nós e precisamos muito dos nossos adeptos connosco. Infelizmente retiraram-nos essa possibilidade, mas todos juntos vamos lutar para conseguir os 3 pontos num jogo que, naturalmente, com as características que vai ter, sem adeptos, infelizmente... Acho que o futebol é feito para os adeptos e, quando tiramos adeptos do estádio, algo está mal, sinceramente. Mas é o que é. A decisão está tomada. Neste caso, teremos de nos adaptar rapidamente àquilo que é jogar no Estádio da Luz sem adeptos, mas precisamos dos nossos adeptos. Eles são a força do Clube. Agradecer-lhes pelo ambiente desta noite", analisou.
Confrontado com a opção de manter Rafa a partir do corredor direito, Marco Silva justificou a escolha inicial.
"Queria um jogador completamente aberto no corredor esquerdo. Mesmo que alterasse de posicionamento o Rafa, todos nós sabemos que o Rafa, hoje em dia, é um jogador muito mais de corredor central do que de jogar no corredor lateral. Nós, na esquerda, queríamos um jogador totalmente aberto no corredor. E não seria o Rafa. Pode fazê-lo, mas, para estar totalmente aberto, dar a largura total, juntamente depois com uma zona interior mais ocupada pelo Sudakov, não seria o Rafa. Continuaríamos com o Kamiński, ou o Andreas [Schjelderup], ou o Prestianni. Optámos pelo Prestianni e quisemos manter aquilo que tem sido a dinâmica no corredor direito, com o Rafa a procurar espaços interiores, com o Bah e depois com o Leandro [Barreiro] ou com o [Richard] Ríos a poderem depois vir numa linha mais atrasada. Essa foi a dinâmica que queríamos. Mesmo que começássemos com o Prestianni na direita, não seria o Rafa nunca na esquerda, porque nós percebemos a qualidade do Rafa, mas sabemos também quais são os caminhos que lhe temos de dar para ele render ao nível do que tem rendido. E é muito mais num corredor central, ou perto de um corredor central, mesmo vindo da linha, como tem feito desde o princípio da pré-temporada, a vir do corredor para dentro. Partir do corredor, mas mais a vir para dentro. E, na esquerda, temos um jogador totalmente aberto", esclareceu.
| A vantagem de 5 golos e o desfecho da eliminatória | ||
| "Primeiro jogo, com um resultado muito positivo que nos dá, como eu tinha dito ontem [quarta-feira], não conforto, mas confiança para aquilo que é o segundo jogo. Quando consegues ganhar por esta vantagem, naturalmente sentimos que a eliminatória está do nosso lado, mas não há facilitismos e isso é muito importante para nós. Não vamos falar agora da 2.ª mão, porque ainda temos um jogo pelo meio, mas, quando chegar o momento, claramente vamos encarar o jogo, independentemente da vantagem que temos. Temos um ambiente que é sempre hostil que é sempre muito próprio para jogar na Escócia. Portanto, preparados para isso. Olhando para a exibição, foi uma exibição muito positiva da nossa equipa, uma 1.ª parte de muita qualidade, de boa qualidade. Percebe-se que a equipa está a melhorar, que se veem coisas que temos vindo a preparar. O primeiro golo é também um bom exemplo disso, da forma como o conseguimos fazer. Tinha pedido aos jogadores para termos uma entrada forte no jogo e foi o que tivemos. É sempre importante marcar cedo, mas não só marcar, também a forma como entrámos fortes, a tentar jogar em meio campo ofensivo, como nos competia também. Bons momentos da equipa, bons momentos de reação. Conseguimos ganhar a bola em zonas mais subidas, ao contrário do que tinha acontecido nos últimos jogos. E, por isso, conseguimos ter a 1.ª parte praticamente toda controlada. Lembro-me de uma transição do adversário, depois da bola parada que acaba por ir à barra. Sem ser isso, claramente o jogo esteve do nosso lado. Em muitos momentos fizemos as coisas muito bem, conseguimos circular bem a bola, levar a bola de um corredor ao outro e conseguir criar e explorar aquilo que queríamos na organização defensiva do adversário. A 1.ª parte positiva. A 2.ª parte não começámos bem, há que dizê-lo. Queríamos e deveríamos ter começado um pouco melhor a 2.ª parte. Perdemos algumas bolas que não devíamos. Naturalmente, o adversário mudou a estrutura tática, mudou para três centrais. Demorámos um pouco a ajustar aquilo que era o nosso posicionamento e os momentos de saltar à pressão. Mesmo os jogadores que entraram demoraram um pouco a entrar no ritmo do jogo. Quando conseguimos, naturalmente o quinto golo deu-nos essa confiança também. Conseguimos voltar a estar estáveis no jogo e ter o controlo do jogo de uma forma mais clara do que aconteceu nos primeiros 20 minutos da 2.ª parte. De uma forma geral, um jogo bem conseguido, uma 1.ª parte muito boa em muitos momentos. E é o que é, mais uma vitória, uma vitória importante. Como eu vos disse ontem [quarta-feira] também, estamos num momento em que estamos a jogar jogos oficiais, mas ainda estamos a terminar aquilo que é uma pré-temporada. Hoje fizemos a sexta semana de pré-temporada. Nós sabemos o que vem no domingo e depois, para a semana, falaremos da 2.ª mão." |
| A titularidade de Samuel Soares | ||
| "Eu não coloco jogadores a titular para depois indicar algo que seja de quem não joga. É o vosso trabalho e vocês é que levam por esse caminho. A minha decisão é puramente técnica. Da mesma forma que começou o Trubin nos primeiros dois jogos, da mesma forma que começou o Samuel no jogo com o Villarreal e o Trubin no jogo com o Flamengo. A decisão foi começar o Samuel hoje. Simplesmente isso." | ||
| Barrenecha e a dupla Barreiro-Richard Ríos | ||
| "[Sente que o Benfica se ressentiu da saída de um médio mais posicional na 2.ª parte, no caso Barrenechea?] Sim, mas a decisão foi consciente e não me escondo. Como estava o resultado, a pensar no jogo do próximo domingo. Não há que escondê-lo, foi essa a decisão. O Enzo [Barrenechea] é um jogador que tem vindo a crescer, mas é um jogador que tem algumas características muito próprias em termos físicos também. Queremos dar-lhe cada vez mais minutos, mas, ao mesmo tempo, sabemos que no domingo estaremos a começar outro jogo, e outro jogo que é para ganhar. E foi uma decisão de gestão, nada que ver com questões táticas. Estava a fazer um excelente jogo. Na 1.ª parte faltou-lhe um pouco perceber que podia estar numa linha mais adiantada, por trás dos dois avançados. E, se ele o conseguisse fazer, ainda tinha mais influência no nosso jogo. Foi isso que eu tentei explicar à equipa e a ele ao intervalo. Mas a decisão, neste caso, nem tem muito que ver com questões técnicas ou táticas. Tem que ver com uma gestão clara daquilo que é o jogo do próximo domingo." | ||
| Pavlidis: o presente e o futuro | ||
| "Estado de espírito de um grande profissional, de um jogador que respeita muito o clube onde está e que gosta de estar no clube onde está. Tão simples como isso. Nós sabemos, andamos no futebol há muito tempo, que o mercado, quando está aberto, os rumores, e não só rumores, mas também situações concretas, podem mexer ou não com a cabeça dos jogadores e mexer um pouco com os clubes também. Nós temos de estar conscientes daquilo que queremos. Temos de estar estáveis dentro do que é possível, mas temos de estar estáveis. Temos de transmitir essa mesma estabilidade para os jogadores e para os nossos adeptos, independentemente das decisões tomadas dia após dia, semana após semana. Em relação ao Pavlidis, respondendo novamente, tem reagido como o grande profissional que é, como um jogador muito importante para o Clube e como alguém que realmente gosta de estar onde está." |
| A importância de Schjelderup e exibição efetuada | ||
| "[Balanço da exibição?] Positivo, quando se consegue ver um jogador a decidir como o Andreas [Schjelderup] decidiu, em muitos momentos daqueles 25 minutos de que falou. Percebe-se que ainda não está no seu melhor. Fisicamente ainda não está no seu melhor. Mas, como eu disse ontem [quarta-feira], não tenho a menor dúvida. Não preciso destes 25 minutos para perceber a qualidade que o Andreas [Schjelderup] tem, aquilo que nos pode dar. Eu disse ontem [quarta-feira] que é um jogador que, em termos de definição, está a um nível muito alto. É um jogador que tem capacidade de decidir, como decidiu no passe para o Rafa, a isolar o Rafa, como decidiu na assistência para o golo do Durán. Parece fácil em alguns jogadores, mas não é assim tão fácil. O Andreas [Schjelderup] tem esta grande capacidade de tomar decisões, quer em espaços curtos, quer no último terço, e de ter a calma para depois decidir bem, como ele o fez. Para mim, deixa-me muito satisfeito, porque eu sei que ainda não está na melhor condição física e, quando estiver, ainda vai ser capaz de fazer isto de uma forma muito mais consistente. Vai ter de ser capaz, porque vai ter de fazê-lo a andar para cima e para baixo e a trabalhar, como tem de trabalhar sem bola. Mas é um jogador, um excelente jogador, um jogador de grande qualidade, um jogador que, na forma como nós queremos jogar, eu disse ontem [quarta-feira] e vou repetir hoje também, não há problema nenhum, é um jogador de quem eu gosto muito, que tem características muito importantes para aquilo que é o nosso jogar e para aquilo que nós vamos querer fazer no Benfica." | ||
| Prestianni e os lugares garantidos | ||
| "Não há lugares garantidos. Esse é o primeiro princípio num clube da dimensão do Benfica. Eu percebo a questão e, naturalmente, os jogadores que fazem bons jogos... não vamos estar aqui a mudar a equipa só por mudar, mas lugares garantidos ninguém tem. O Prestianni começou o jogo porque, independentemente da forma como fomos usando a equipa na pré-temporada, preparando a equipa para os primeiros jogos oficiais, em muitos momentos não começou jogos. Muitos desses jogos começou vindo do banco, mas eu sei como é que ele foi trabalhando. Teve uma excelente pré-temporada. Nos momentos em que jogou, e que vocês tiveram oportunidade de ver, deu uma boa resposta também nos jogos. Mas, durante as semanas, percebeu que o momento não lhe era favorável e trabalhou da forma como eu gosto realmente de ver os jogadores de futebol trabalharem. Sabia que não podia jogar, mas estava consciente de que tinha de trabalhar mais do que os outros para demonstrar a qualidade que tem e o porquê de merecer o lugar. Foi uma decisão. Disse há pouco: é óbvio que o Andreas [Schjelderup] também não está ainda no melhor nível. O Kamiński do primeiro jogo para o St. Gallen, para o segundo, melhorou, há que dizê-lo. Foi uma decisão fácil da minha parte, tendo o Andreas [Schjelderup] ainda não pronto para jogar 90 minutos, mas já a precisar de minutos para chegar ao seu nível, depois de um jogo em que ganhámos ao St. Gallen. Mas não tive a menor dúvida de que era o momento para o Prestianni começar o jogo. Faltava depois definir qual seria a posição em que iria começar. Decidimos que precisávamos de um jogador bem aberto no corredor esquerdo. Passava por aí o nosso plano para o jogo e, naturalmente, começámos com o Prestianni lá. Felizmente, teve um jogo de bom nível. Um pouco mais cansado já na 2.ª parte, porque é praticamente o primeiro jogo que joga em tanto tempo, tirando o jogo amigável que tivemos em casa. Também importante para ele marcar, excelente reação na forma como ganha aquela bola e depois uma excelente finalização. É importante para ele, também para ganhar confiança. É importante dividirmos os golos por muitos jogadores, porque isso dá confiança, naturalmente, aos jogadores que jogam na frente de ataque, neste caso tirando o Tomás [Araújo], que é sempre importante marcar golos." | ||
| Manu como defesa-central | ||
| "O Manu é um jogador de corredor central. Não é a primeira vez que joga como defesa-central. Não foi para essa posição que o Benfica o contratou, quando ele estava num excelente momento da sua carreira. Como vocês sabem, teve uma lesão grave no ano passado. Já está bem da lesão, mas ainda está num processo de readaptação, de ganhar confiança e de ficar fisicamente muito melhor. É um jogador que claramente joga na posição 6, mas, como já tem algum passado nessa função, temos vindo a testá-lo em alguns momentos no treino para que, em alguma eventualidade, e para aquilo que for necessário, esteja pronto para ajudar a equipa. Hoje foi essa a decisão, o porquê de ele ter entrado para defesa-central. Tínhamos duas hipóteses: ou retirar o Tomás para o poupar, porque praticamente não tinha jogado 90 minutos, ou retirar o Lenglet, que tem vindo a jogar mais tempo. Foi essa a decisão. Uma decisão de dar minutos ao Manu numa posição em que naturalmente não tem jogado tanto e, ao mesmo tempo, poder retirar do jogo um dos centrais para pensar naquilo que será o jogo de domingo." |
| O enquadramento de Rafa | ||
| "Em primeiro lugar, dizer que estamos muito satisfeitos com aquilo que têm sido as primeiras semanas do Rafa. Não só os primeiros jogos oficiais, mas também desde o princípio da pré-temporada. O jogador claramente é, hoje em dia, muito mais de corredor central. Acho que ele foi quase sempre um jogador mais de corredor central. Jogando muitas vezes sobre um corredor, procurava muitas vezes também o corredor central. Naturalmente, com a idade, foi jogando muito mais regularmente como um terceiro médio ou um segundo avançado. E é claramente a posição, a zona do terreno, onde ele se sente mais confortável. Depois é uma questão nossa decidirmos. Não há que esconder que todas as condicionantes que tivemos durante a pré-temporada me levaram a usar muito mais o Rafa por fora, porque vocês sabem: com o Andreas [Schjelderup] no Mundial, com o Lukebakio no Mundial e com o Prestianni sem poder jogar o primeiro jogo, os primeiros dois jogos oficiais, levaram-me a usar e a testar o Rafa muito mais por fora do que por dentro. Essa foi a razão por que ele começou a jogar lá. Naturalmente, tem jogado muito bem. Hoje decidi não o tirar da direita porque queria um jogador totalmente aberto no corredor esquerdo e, começando com o Prestianni, esse jogador tinha de ser o Prestianni. O Rafa, se jogar num corredor, não é o jogador para estar sempre aberto. Essa foi a decisão de o Prestianni jogar totalmente aberto no corredor esquerdo. Se iremos manter ou não, é uma decisão que iremos tomar jogo a jogo. Mesmo começando no corredor, pela nossa forma de jogar ele vai acabar por entrar em zonas interiores. Depois, com o perfil de laterais-direitos que temos, é uma situação que pode acontecer de uma forma natural no jogo. Quer o Bah, quer o Dedic, quer o Banjaqui, será algo que nós podemos usar no jogo. Em muitos momentos, o Rafa pode vir a ser o nosso quarto médio mais por dentro, dando o corredor ao lateral." | ||
| Pavlidis vs Jhon Durán: o que pode oferecer o colombiano à equipa | ||
| "São jogadores diferentes. Naturalmente, dois excelentes avançados, dois jogadores de enorme qualidade. O Jhon [Durán] vem de uma época não ao nível da capacidade que tem para jogar, não ao nível que, na minha opinião, vai atingir neste ano. São dois jogadores diferentes que, sinceramente, também podem ser compatíveis em alguns momentos, em alguns jogos, pelas características que o Pavlidis tem, podendo em alguns momentos jogar numa zona um pouco mais baixa, quase como um segundo avançado. É algo que poderá vir a acontecer. Assim tenhamos tempo também para experimentar e testar. É algo que já temos vindo, em alguns momentos, a fazer também ao nível de treino. Um golo dá sempre confiança a qualquer avançado, e para o Durán não será diferente. Mesmo a primeira oportunidade que teve, normalmente é um jogador que tem uma capacidade de remate de meia distância muito boa. Aquele primeiro momento não lhe correu tão bem. Importante para ele [o golo]... Uma excelente transição da nossa equipa, um excelente momento entre ele e o Andreas [Schjelderup] e uma muito boa finalização. Excelente assistência do Andreas [Schjelderup] também. Dá-nos coisas diferentes. Em alguns momentos é um jogador mais explosivo, mais rápido também. Tem capacidade para segurar, mas é um jogador muito explosivo com espaço. Mesmo no último terço é um jogador muito explosivo. Estamos muito satisfeitos com aquilo que tem sido o começo de pré-temporada do Pavlidis. É também um momento para irmos dando minutos aos outros jogadores. O Jhon [Durán] tem trabalhado bem, está melhor, fisicamente está um pouco melhor, ainda não ao nível ideal. Terá de continuar a melhorar e a trabalhar forte para poder ser uma opção para nós. Todos os minutos que lhe possamos dar ao nível da competição oficial serão sempre muito bons para ele e vai dar-nos coisas importantes para a equipa." |