14h30 CEST
16/09/2026
| DECLARAÇÕES | ||
Entre as memórias de uma etapa marcante da carreira e a responsabilidade de defender os interesses do Clube, Rui Costa projetou um duelo de elevada exigência e destacou um elemento que espera voltar a fazer-se sentir em Milão: o apoio dos Benfiquistas.
O encontro entre dois emblemas habituados aos grandes palcos europeus abre a caminhada na fase de liga da prova.
"Tem um sabor bonito, é uma sensação bonita. Pena que seja numa competição que ambas as equipas não estão habituadas a disputar. Estão habituadas a estar noutra competição e é nela que nós procuraremos estar no próximo ano. Será um jogo de Liga dos Campeões mascarado de Liga Europa. Portanto, de grande responsabilidade para nós também. É a primeira jornada desta competição e que a última se repita", perspetivou.
No futebol italiano, a ligação de Rui Costa ao AC Milan começou em 2001. Mais de duas décadas depois, o reencontro com os rossoneri recupera as memórias desse período e cruza-as com a responsabilidade de liderar o Benfica. Do lado das águias, porém, há uma certeza que o Presidente leva consigo para San Siro: onde quer que a equipa jogue, os Benfiquistas fazem-se sentir e transformam a sua presença num "apoio fundamental".
"O ambiente em Milão é sempre um ambiente muito bonito. Os nossos estão sempre presentes em todo o lado e, portanto, isso é uma coisa que nós temos. É um dado garantido que nós temos sempre, esse apoio fundamental à equipa. Seja em Milão, seja lá onde for, eles conseguem estar sempre presentes e dar-nos todo o apoio que nós sabemos que nos dão. Em relação ao outro lado, é aquilo que eu disse há pouco: não deixa de ser um misto de sensações porque, no fundo, é estar a jogar contra uma equipa que eu representei durante cinco anos, onde ganhei tudo e onde fui tratado da maneira como fui tratado. E, portanto, isso não invalida que eu hoje seja Presidente do Benfica e que, como sempre fiz na minha carreira, a equipa que eu estou a representar é a equipa que tem de ganhar", vincou.